The Dark Side of the Rainbow | A estranha conexão entre o disco de Pink Floyd e o longa-metragem “O Mágico de Oz” de 1939

Pink Floyd – The Dark Side of The Moon

Se existe uma imagem famosa nesse mundo, além da pintura de Jesus e a Mona Lisa, essa é a capa do disco “The Dark Side Of The Moon“, da banda britânica, Pink Floyd. A arte trás um prisma que reflete um flerte de luz em um arco-íris, e essa é só mais uma das incríveis coincidências entre o álbum e o filme “O Mágico de Oz”.

O filme dirigido por Victor FlemingMervyn LeRoyKing VidorNorman TaurogGeorge Cukor, conta a história de Dorothy, que após quase ter perdido seu cachorro, decide fugir de casa, mas é pega por um tornado e resolve voltar para sua família, no entanto já é tarde e ela fica para fora do abrigo. A garota entra dentro de casa para se proteger, junto de seu cão, mas é atingida na cabeça e desmaia. Quando acorda, percebe que sua casa está dentro do tornado e aterriza em uma terra encantada chamada Oz, acidentalmente caindo em cima de uma bruxa má. Dorothy então precisa encontrar o mágico que mora na cidade das esmeraldas para conseguir voltar para casa. No caminho ela encontra alguns amigos que também precisam da ajuda do mágico, o Espantalho que precisa de um cérebro, o Leão que precisa de coragem e o homem de Lata que quer ter um coração.

O disco de Pink Floyd, por outro lado, aborda temas pouco fantasiosos, mais obscuros, focando no mundo e no estado social do globo. É um álbum de estrema importância para a cultura Pop, assim como o filme (e provavelmente essa é a única semelhança entre os dois), pois esse além de abordar o capitalismo de forma poética, expressa explicita e implicitamente sua incredulidade, sua raiva e pesar sobre a alienação que corrói os nossos cérebros. Um trecho muito famoso da banda é “Tem alguém na minha cabeça, mas não sou eu“.

Segundo a revista Rollingstone, The Dark Side Of The Moon é o segundo disco da lista de 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame, perdendo apenas para o icônico “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles. Além de tudo isso, o disco vendeu mais de 50 milhões de cópias mundialmente.

Ok, mas o que exatamente as duas obras tem em comum? Eu te respondo: Nada! Além do fato de que se você der play no disco no exato momento em que o leão da introdução der o terceiro rugido, as músicas vão se casar perfeitamente com os acontecimentos do filme até o álbum chegar ao fim. Seja no movimento dos personagens, trechos de letras que descrevem alguns acontecimentos, músicas que terminam e começam exatamente juntas das cenas, etc.

Já foram constatados mais de cem momentos em que o disco entra em perfeita sincronia com o filme, e se você está achando isso pouca coisa, eu te digo que se tratando de letras, batidas e sincronia temporal, é uma coincidência bem grande para acontecer assim, do nada.

Ainda não se sabe quem foi o felizardo a tocar o disco junto do filme, muito menos se isso foi proposital da banda, pois seria muita coincidência. Os membros do Pink Floyd meteram uma de Avril Lavigne e desmentiram toda a história, mas a verdade é que nunca vamos saber.

Assista à obra completa:

O que achou desta curiosa sincronia? Comente ai em baixo.

2 comentários sobre “The Dark Side of the Rainbow | A estranha conexão entre o disco de Pink Floyd e o longa-metragem “O Mágico de Oz” de 1939

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