Muita simplicidade e amor | P!nk – Wild Hearts Can’t Be Broken | Crítica

Muitas vezes esses hiatos em que alguns artistas se metem servem para muitas coisas, pesquisas, foco no trabalho e no conceito artístico de tudo em sua volta. P!nk é a mais recente prova viva de que quando tiramos um tempo para nós mesmos, conseguimos criar incríveis poesias e artes que realmente expressam nossas almas.

Seu novo disco, Beautiful Trauma, veio com tudo para arrebentar com a concorrência, o que foi algo difícil em 2017, um ano cheio de incríveis discos e trabalhos musicais incríveis. O álbum trás uma musicalidade bem atual, com uma pegada meio Pop Rock anos 2000.

A cantora, que é uma roqueira nata, não fez feio ao representar o estilo em seu novo trabalho. Seu conceito é simples e pesado, carregando quilos, toneladas de emoções diferentes. Já assistimos à P!nk discursar contra o governo, contra o machismo e agora a roqueira veio para falar sobre o ódio.

Seu clipe em preto e branco trás uma mensagem de paz, com suas bordas reduzidas em um 4:3. Seu rosto e seus movimentos artísticos abstratos são sua forma de protesto.

Wild Hearts Can’t Be Broken possui um instrumental bem composto, um pouco orquestrado, o que da à música uma carga sentimental que funciona como alicerce para o seu tema central. P!nk usa da simplicidade para rebater os paus e pedras que estão sendo jogadas nas minorias. Isso é que é conceito.

Nota: ✪/5.

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