Crítica: Projeto Almanaque

Resultado de imagem para projeto almanaqueLançado no início de 2015, “Projeto Almanaque” passou despercebido pelo público. Contendo um elenco não tão famoso, o longa metragem de 1H e 40M não chamou a atenção dos jovens telespectadores, fãs de filmes cult. Mas eu prometo que este vai ser um dos melhores filmes que vocês irão ver hoje. Esse tem a direção de Dean Israelite, e a trilha sonora composta pelo gênio Michael Giacchino.

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O filme conta a história de David Raskin, um jovem que está tentando ingressar na universidade, mas não tem como pagar. Sua família está passando por dificuldades financeiras, então sua mãe decide vender a casa. Ao subir no sótão, David e sua irmã encontram uma câmera com filmagens antigas de seu aniversário de 7 anos, onde ele misteriosamente aparece na filmagem já com seus 17 anos. Junto de seus amigos, ele e sua irmã tentam construir uma máquina do tempo para tentar acessar a data da tal festa.Resultado de imagem para projeto almanaqueO filme é em formato de documentário, então não há uma câmera fixa os filmando, mas sempre um dos personagens está segurando a filmadora para registrar os principais momentos. O que dá a impressão de que tudo aconteceu de verdade, excluindo a quarta parede. É interessante, estilo “Bruxa de Blair, mas a movimentação contínua da câmera irrita muito a quem está acostumado com o estilo padrão de cinema.

Os personagens são muito interessantes, apesar de serem clichês chatos de ensino médio. E esse é um cenário bem comum no filme, a escola. Então ao mesmo tempo que tudo está acontecendo, ainda sobra espaço para os dramas adolescentes que os personagens estão vivendo. Mas David e seus amigos são mais inteligentes que a maioria dos outros personagens, logo suas vivências fogem um pouco do colegial clichê americano.

Quanto ao desenvolvimento do roteiro. Da para se dizer que este corre bem, sem apressar nenhum acontecimento, o que o torna muito interessante de assistir, pois o filme consegue prender o telespectador, fazendo com que ele queira saber qual será a finalidade disso, e o que pode dar errado nesta aventura que eles estão vivendo. O que nos leva a descobrir que na verdade não há um inimigo físico, mas o próprio espaço-tempo e a forma como ele é usado que atrapalha os planos dos jovens.

É interessante a forma que eles explicam os fenômenos que acontecem e como a máquina funciona, mas ainda sim não é explicado como essa viagem no tempo altera os acontecimentos e sobre as realidades alternativas que são criadas a partir de cada salto que acontece. É um ótimo filme para passar o tempo, ainda que não seja o melhor sobre o assunto.

PS: Tem na Netflix.

Nota: 7/10.

Assista ao trailer:

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