Hora Alternativa | Lizia – “Slowly” | Análise

Lizia aposta no Synthpop e cria balada macabra sobre o tempo e como ele está se perdendo

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Arte por:  Maxwell Araujo Delmiro e Lizia

A jovem cantora e compositora brasileira, que vive em Natal, vem tentando alcançar um público novo. Suas músicas carregam grandes mensagens políticas e sociais, como seu último single “The W.I.T.C.H” que fala sobre não ter medo de se rebelar, mesmo que isso signifique queimar na fogueira como uma bruxa.

“Slowly” é uma balada eletrônica bem poderosa que conta com grandes nuances sonoros do início ao fim. Produzida de forma independente pela própria cantora, a faixa começa de forma suave e ganha corpo no refrão, que explode como uma bomba. Algo muito presente na música são os diversos vocais adicionais que juntos soam como um canto religioso, se assemelhando a um coral.

Sua letra, assim como sua arte de capa, são uma homenagem ao Museu Nacional do Brasil, que foi vítima de um incêndio acidental, causado pela falta de cuidados para com o mesmo e pela negligência do governo. A capa com o relógio pegando fogo e a mão tento o parar, inutilmente, simboliza a destruição e a forma como o tempo funciona, pois nada pode para-lo. Seu refrão diz a seguinte frase:

"Eu posso ver o jeito que você me mata Lentamente, Lentamente, Porque sua fraqueza é a rotina".

Nota: 5/5.

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