10 álbuns favoritos de 2019

O ano está praticamente no fim, logo decidimos fazer um top 10 com os melhores álbuns de estúdio lançados neste 2019. Foi um período longo e bem agitado no geral, e no mundo da música ainda mais, pois tivemos grandes retornos e lançamentos impecáveis. Confira nossa lista e comente abaixo quais foram seus lançamentos favoritos.

Vamos começar por um álbum que não foi tão comentado, mas trouxe muita qualidade e jovialidade em seu som.

10 – Sucker Punch – Sigrid

“Sucker Punch” é seu primeiro disco em estúdio. Sigrid já tinha lançado o EP “Raw” no ano passado, dando uma pista de como seria seu primeiro álbum. E a cantora seguiu apostando em seu estilo “Pop Teen” com uma pitada de Synthpop e New Wave, sendo a base das 12 faixas de “Sucker Punch”, mas ao longo do disco percebemos camadas de Hip-Hop e Folk. 

09 – Amarelo – Emicida

Emicida segue com seu bom e velho Hip-hop, trazendo um total de 8 parcerias, dentro de seu disco que contém apenas 11 faixas. Uma destas parcerias é com a diva Pabllo Vittar. E desta vez seu projeto veio com um pouco mais de conceito, que ajuda a propagar as mensagens passadas em seus raps.

08 – Reconstrução – Tiago Iorc

Tiago Iorc deixou as redes sociais a mais de dois anos sem dar pistas de onde estava apenas declarando que precisava de um tempo para repensar na sua carreira. Seu novo trabalho confessional “Reconstrução” que totaliza 13 faixas e 13 videoclipes sequenciais inéditos dá ao público um artista mais maduro, introspectivo e principalmente um compositor impressionante.

07 – Pang – Caroline Polachek

Caroline trabalhou tudo muito bem. As canções possuem uma qualidade surreal e suas letras são muito bem escritas e exploradas. O disco possui uma recaída emocional muito subta e isso me chamou atenção, pois a cantora ressaltou bastante essa sua relação que veio ao fim e como isso a mudou completamente. 

06 – Hollywood Bleeding – Post Malone

Post tratou de temas sérios seu álbum, que nos leva a refletir enquanto dançamos no ritmo das batidas. Um assunto abordado no disco de Hip-hop foi a invasão domiciliar que o cantor sofreu. O rapper não ficou famoso por acaso, já que suas canções são um exemplo perfeito de produção.

05 – Hurts 2B Human – P!nk

“Hurts 2B Human” precede seu álbum político de 2017 “Beautiful Trauma”, que teve ótimas vendas e singles maravilhosos. Seu foco era o atual estado do mundo e como a política estava afetando negativamente a vida da população. Este no entanto segue como uma jornada de autoconhecimento, onde a cantora expõe sua alma ao público.

04 – Thank U, Next – Ariana Grande

Ariana nos prometeu um “Like a Prayer” do R&B, uma vez que a cantora basicamente acelerou um álbum inédito após se separar de seu até então noivo. “Sweetener” é quase o “True Blue”, focado no seu amor com Pete Davidson, e após esse romance chegar ao fim, surge àquela que quebrou recordes: “Thank U, Next”, e dai em diante foi só sucesso.

03 – Fine Line – Harry Styles

Diferente de seu álbum de estréia, o autointitulado, “Fine Line” possui canções mais melódicas, calmas e coesas, além de ser, de certa forma, mais original. O disco “Harry Styles”, de 2017, foi duramente criticado por soar como uma releitura dos sucessos do Rock dos anos 70 e 80, quase como uma coletânea. “Fine Line”, no entando surge para reforçar o nome de Styles, registrando sua marca no mundo.

02 – Dedicated – Carly Rae Jepsen

“Dedicated” possui um conceito sólido que foi, sim, muito bem desenvolvido. Jepsen colocou no papel todos os seus sentimentos mais sinceros em relação às pessoas com quem ela já se envolveu, mas o álbum não se limita a falar apenas sobre isso, conversando também sobre as formas de amor possíveis e como elas aparecem em nossas vidas nos momentos certos.

01 – Norman Fucking Norman – Lana Del Rey

“Norman fucking Rockwell” mostra a nítida evolução e o amadurecimento da cantora, que além de criar um degradê emocional, também se mostrou uma romântica de carteirinha. Agora seus fãs podem chorar quando estiverem apaixonados e tristes. Mas há um certo ponto do disco que soa muito neutro e sem cor, o que me deixou desapontado, pois Lana parece não querer testar outra coisa, além de violinos e baterias.

Espero que tenham gostado da nossa lista, comente abaixo sua opinião.

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