Crítica: Kesha – “High Road”

Crítica: Kesha - "High Road"

Kesha lançou seu novo disco “High Road” no dia 31 de Janeiro. Seu quarto álbum de estúdio conta com 16 faixas e é um retorno as suas raízes do pop mesclando todos os seus últimos trabalhos. Em uma entrevista a Rolling Stone Kesha declarou o quão bom é se sentir feliz, principalmente quando isso foi inconcebível há alguns anos (após toda a batalha judicial contra o empresário Dr. Luke).

A cantora já estava trabalhando na divulgação do seu novo trabalho desde outubro de 2019 quando lançou a faixa “Raising Hell (feat. Big Freedia)” um ótimo dance pop. Em seguida foram lançados outros 3 singles “My Own Dance”, “Resentment” e “Tonight”.

Apresentando um álbum com muitas faixas, percebemos que a cantora estava disposta a mostrar todos os seus “lados” como artista. Os singles carregam o dance pop que conhecemos em “Tik Tok” mas outras são mais leves como “Cowboy Blues” que é basicamente voz e violão. Todas as 16 músicas são muito bem produzidas dentro do dance pop, disco, hip-hop e pitadas de country.

Kesha segue firme nas produções e ontem (03) divulgou o clipe da faixa-título do álbum. Com um estilo retrô (mantido desde Rainsing Hell).

“High Road” mostra que Kesha superou os seus conflitos dentro da indústria fonográfica e que está feliz com o seu novo trabalho, produzindo o que bem entende e o que a alegra. Tamanha felicidade que Kesha retorna aos palcos na turnê “The High Road Tour”  que começará dia 23 de abril no Texas.

Nota: 8/10

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