5 Álbuns lançados por artistas LGBTQ+ | #PrideMonth

Ah, que delícia ser viado né. Junho não é apenas um mês de celebração aos membros do grupo LGBTQ+, este mês também carrega uma carga histórica. “É comemorado todos os anos no mês de junho para homenagear a Revolta de Stonewall de 1969 em Manhattan. A Revolta de Stonewall foi um ponto de inflexão para o Movimento de Libertação Gay nos Estados Unidos.” – Library.

De forma bem resumida, A Revolta de Stonewall foi uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York que aconteceu nas primeiras horas da manhã de 28 de junho de 1969, no bar Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, em Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Esses motins são amplamente considerados como o evento mais importante que levou ao movimento moderno de libertação gay e à luta pelos direitos LGBT no país. – Wikipédia.

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Para celebrar o orgulho LGBTQ+ e dar mais visibilidade à artistas do ramo musical que também são membros dessa comunidade, resolvi indicar alguns discos musicais que foram compostos, cantados ou produzidos por gays, lésbicas, trans, etc.

O primeiro disco que tenho a indicar é o “Dirty Computer” da cantora Janelle Monáe, que além de ser uma negra também se considera queer. Sobre o álbum, sua sonoridade viaja entre o Pop, o R&B, Hip-Hop e o Blues. Em contraste com o tema “futurista” , D.C tem um clima bem oitentista, desde o uso de seus instrumentos até a junção dos ritmos. Janelle quis investir em algo voltado à cultura negra, de forma clássica, para compor seu disco, que aborda temas tão amplos sobre diversidade.

Shura — forevher – Monkeybuzz

A segunda inducação é o álbum “Forevher” da cantora inglesa Shura, que é lésbica e explora bastante do assunto em seus discos. Seu maior hit é “Touch”, uma balada sobre auto-conhecimento em relação a sexualidade, na letra ela fala sobre se relacionar com um cara e empurrar a relação coma barriga. Seu álbum explora o synthpop, suas letras são muito poéticas.

Linn da Quebrada - Pajubá (iTunes Plus) (2017) | CoolTrance

A terceira indicação é o álbum de uma artista brasileira. O álbum “Pajubá” da cantora trans Linn da Quebrada, lançado em 2017. O disco é influenciado pelo Hip-hop e pelo rap. Linn vem da periferia de São Paulo e traz essa realidade em suas letras, que são bem pesadas em relação a vida das mulheres trans e como é importante a resistência no meio LGBTQ+.

Na quarta posição temos o álbum “IGOR” do rapper Tyler, The Creator de 2019. O álbum é um show de sintetizadores distorcidos e batidas bem envolventes, quando você menos percebe, está cantando junto com o coro e estralando os dedos. Como plano de fundo, mas não tão distante assim, temos a história trágica de amor contada por Tyler, que assume a persona “Igor”.

Younger Now

Representando os bissexuais temos o disco “Youger Now” de Miley Cyrus, lançado em 2017. Com o desejo de “renascer” o conceito do disco vai mudando ao decorrer de cada faixa, a versão country de Miley para seu álbum é totalmente diferente e trás algo muito pessoal da artista, podendo se caracterizar como um estilo deluxe da sonoridade abordada. No disco a cantora ainda aborda a sua relação com uma mulher e como ela vê esse relacionamento para sua maturidade.

Qual é o seu álbum produzido por um LGBTQ+ favorito? Qual álbum você acha que poderia estar na lista?

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