A Saga de Grimes – Discografia

A queridinha do Pitchfork e do Metacritic já nasceu aclamada. Grimes é o nome artístico de Claire Elise Boucher, nascida em 1988 no dia 17 de Março, uma bela de uma pisciana. Grimes é uma canadense, assim como Carly Rae Jepsen e Justin Bieber, nascida em Vancouver, mas aos 18 anos mudou-se para Montreal no intuito de estudar neurociência na Universidade McGill. Além de artista, também é inteligentíssima.

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Grimes, no entanto, não se dedicou tanto assim às suas aulas, preferindo gastar seu tempo produzindo músicas, o que ao longo do tempo resultou em uma expulsão, após as várias advertências que ela assinou por não frequentar as aulas.

Conhecida por sua baixa frequência de banhos, Grimes cultivou ao longo dos anos um estilo bastante particular de música eletrônica, se destacando bastante no meio musical por conta de seu talento com música e sua maneira singular de produzir suas faixas.

Grimes (musician) - Wikipedia

Antes de adotar seu nome artístico de forma definitiva, a artista lançou duas músicas usando o seu nome real, no Arbutus Records’ Spring 2009 Sampler, um pequeno “festival” de música proposto por essa que seria a sua futura gravadora, a “Arbutus”. Grimes chegou a usar o MySpace para publicar suas músicas, e durante o ano de 2009 fez algumas apresentações com seus amigos lá em Montreal.

Foi em janeiro de 2010 que a cantora e produtora lançou seu primeiro álbum em estúdio, já usando seu nome artístico. “Geidi Primes” foi lançado pela “Arbutus Records”.

Grimes – Geidi Primes (Baixar)

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Trazendo bastante de sua essência única, Grimes cativou bastante já em seu álbum de estréia, que é uma obra conceitual tendo inspiração no livro de ficção científica “Dune“, em homenagem ao planeta Geidi Prime da série. Inclusive, Grimes costuma fazer muitas homenagens á séries e filmes em seus discos. Os singles foram “Zoal Face Dancer”, “Feyd-Rautha Dark Heart” e “Venus in Fleurs”. Sendo reconhecido pelo Pitchfork, o álbum recebeu nota 7,5 na resenha do site.

Ainda em 2010 a queridinha da crítica lançou seu segundo álbum, rápido assim. Matando aula até eu né. O álbum se chama “Halfaxa” e foi lançado no mês de outubro.

Grimes – Halfaxa (Baixar)

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Assim como sua arte de capa mostra, o disco traz um som mais experimental e psicodélico. A crítica elogiou o amadurecimento precoce entre um álbum e outro, elogiando principalmente o “Halfaxa”. É interessante observar que esses dois discos foram produzidos inteirinhos pela própria Grimes e editados no aplicativo “GarageBand” da Apple, um aplicativo que você pode ter no seu iPhone, por exemplo. O nome Halfaxa é uma versão distorcida, inspirada em Lingua Ignota, de Halifax, uma cidade no Canadá em que ela costumava sair de férias.

Com dois álbuns em sei repertório, a musicista saiu em pequenas turnês no intuito de divulgar seu trabalho, e assim que possível passou a trabalhar em seu terceiro disco, o “Visions” de 2012.

Grimes – Visions (Baixar)

Lançado em janeiro de 2012, desta vez pela gravadora 4AD, o disco vem com uma proposta de música eletrônica um pouco diferente do que estava rolando na época, e que não bate nem com o tipo de música que ouvimos atualmente. É um disco bastante a frente de seu tempo. Como sempre, a arte de capa vem como um complemento para a obra, dando uma espécie de spoiler sobre como o disco irá soar. O álbum foi totalmente aclamado pela crítica, tendo sua primeira entrada no site Metacritic, com a nota 80.

Três anos se passaram e Grimes estudou vários elementos culturais do mundo, para que seu quarto álbum tivesse as melhores referências, é ai que nasce o “Art Angels” de 2015.

Grimes – Art Angels (Baixar)

Produzido pela própria Grimes, “Art Angels” é o quarto disco de sua carreira. A cantora estava trabalhando em um projeto em Los Angeles, mas não se agradou com o resultado e decidiu começar do zero no Canadá, seu país de origem. É então que surge seu disco mais acessível, sendo ao mesmo tempo Pop e experimental. Sua arte de capa foi projetada pela própria Grimes e mostra uma Banshee (criatura mística da cultura celta). 

A canadense utilizou, pela primeira vez, instrumentos reais para a composição de suas músicas, o que para ela foi um desafio, mas se contentou com o resultado (por pouco tempo, depois ela disse que é o álbum que ela menos gosta). “Art Angels” também está com nota 80 no Metacritic.

Após cinco anos do lançamento de “Art Angels”, a produtora e, quase, cantora, Grimes, finalmente lançou seu quinto disco em estúdio. “Miss Anthropocene” veio ao mundo no dia 21 de fevereiro de 2020.

Grimes – Miss Anthropocene (Baixar)

O disco foi 95% produzido pela própria Grimes, com exceção da faixa “Violence”, que conta com a participação do DJ i_o. Musicalmente falando é um álbum com uma pegada bem obscura, com a forte presença de graves, que entram em contraste com os vocais agudos da cantora. Eu diria na verdade que se trata de cânticos, algo que Grimes vem cultivando desde “Art Angels”. Há uma forte influência da PC Music rondando o projeto, com uma leve pitada de música eletrônica.

Grimes elogiou bastante seu próprio trabalho e disse que esse é seu álbum favorito de sua carreira. No metacritic ele está com a nota 79.

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