Black Is King: Beyoncé abraça a cultura africana e muda a nossa visão de mundo

Desde 2014 a nova rainha do Pop vem trabalhando com álbuns visuais, tendo seu início marcado com o doce “BEYONCÉ” lançado de surpresa, depois em 2016 tivemos o polêmico “Lemonade” que foi o pontapé inicial para que a cantora tocasse no tema da diversidade, e com o convite para dublar a personagem Nala em “O Rei Leão” de 2019, Beyoncé finalmente entrou de cabeça no assunto.

DOWNLOAD: Beyonce - The Lion King: The Gift (Deluxe Album) (Zip ...

Bey havia lançado o álbum “The Lion King: The Gift” como uma espécie de presente para seus fãs, o disco é inspirado no longa-metragem da Disney, no qual a artista trabalhou como intérprete de voz, e essa parceria rendeu um contrato de três projetos com o serviço de streaming “Disney +” que chegará ao Brasil no mês de novembro.

O primeiro projeto sabemos que é o já lendário filme “Black Is King”, algo como “O preto é rei”, mas se você pronunciar rápido soa como “Black Skin” ou “pele preta”. O filme conta com 1h 25m de puro conceito, coesão e aclamação, com imagens paradisíacas do continente africano, além de coreografias de tirar o fôlego. A rainha já liberou um clipe com imagens retiradas do filme, confira:

Algo que a popstar não deixou de fora de sua obra foram as referências religosas da Africa, isso é bastante representado no clipe, mas desde 2016 em sua apresentação no Grammy Awards, quando ainda estava grávida, Beyoncé estava representando a religião africana ao homenagear o Orixá da fertilidade e do amor, Oxum.

No clipe de “ALREADY” a cantora representou “Iroko”, um orixá do candomblé Ketu. Uma conta de fã da cantora explicou todas as referências, confira:

Beyoncé explicou o objetivo de seu filme com as seguintes palavras: “Com este álbum visual, eu queria apresentar elementos da história negra e da tradição africana, com um toque moderno e uma mensagem universal, e o que realmente significa encontrar sua autoidentidade e construir um legado.

Alguns expectadores, no entanto, não gostaram da forma como a artista representou a Africa em sua obra, alegando que as imagens de “Black Is King” são todas genéricas e totalmente voltadas às savanas, levantando também o argumento de que as turnês de Beyoncé nunca chegaram à Africa. lembrando que Bey foi responsável por escrever, dirigir e ainda atuar na obra, então ela teve total poder de decisão sobre as cenas.

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Sobre o álbum que acompanha a obra: A cantora investiu no bom e velho R&B, com muitas influências da Black Music, como o Soul e o Blues, além de um show de afrobeat e hits dançantes. O álbum conta com mais de 18 nomes na produção, incluindo o da própria Beyoncé. Este possui uma boa pitada da cultura africana, uma vez que a história de “O Rei Leão” se passa na Savana.

Além disso, Beyoncé segue investindo alto no Hip-hop, estilo que ela resolveu explorar a fundo no álbum “EVERYTHING IS LOVE”, de 2018. Os instrumentos que mais aparecem no disco são o baixo, conga, bateria, guitarra, teclados, percussão, saxofone e xequerê.

Gostando ou não, a obra está impecável e a cereja do bolo é a edição Deluxe do álbum ‘The Lion King: The Gift”, que ganhou a faixa “Black Parade” e Beyoncé ainda fez o favor de tirar àquele tanto de diálogo que ela enfiou na edição standard. Você pode conferir aqui:

Leia também: ANÁLISE: BEYONCÉ – THE LION KING: THE GIFT | ÁLBUM INSPIRADO EM “O REI LEÃO”

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