Entenda os gays alternativos: 9 álbuns que eles usam para definir suas personalidades

Lady Gaga? Eca!! Katy Perry? Credo!! Britney Spears? Deus que me livre!!! Esses gays só ouvem artistas que mais ninguém escuta, e se começar a fazer sucesso eles abandonam. A cena alternativa da música popular norte-americana tem crescido bastante com o passar do tempo, principalmente com o auxílio da internet, e alguns dos trabalhos dessas cantoras, que serão citadas, são tão marcantes que servem para definir a personalidade de alguns gays.

TikTok E-Boy | Know Your Meme
Exemplo visual de como são esses gays. Imagem tirada do site: https://knowyourmeme.com/memes/tiktok-e-boy

A qualidade das músicas pode ser questionável para quem não costuma ouvi-las, mas pode ter certeza de que, quem é fã de carteirinha com certeza as ama e as idolatra mais do que a Jesus Cristo.

Vamos começar nossa lista com um som bem mais próximo do pop no qual estamos acostumados, e digo “mais próximo” pois isso é mais mais Pop Chiclete do que o último álbum da Lady Gaga, estou falando do “Emotion” da Carly Rae Jepsen (sim, é a menina do “Call Me Maybe”).

jxmusic02 – Caption: Album cover for Canadian singer Carly Rae Jepsen’s album Emotion. Credit: Schoolboy/Interscope Records##########jxmusic02##########SCHOOLBOY/INTERSCOPE RECORDS

“Emotion” é o terceiro álbum de estúdio da canadense Carly Rae Jepsen, e só é considerado “alternativo” e faz sucesso entre esse público porque flopou, é isso. O álbum é super popzinho, tem um som super jovem e é basicamente tudo aquilo que estava tocando na época, mas ninguém o notou. Realmente é um álbum incrível e merece ser ouvido. Geralmente quem tem esse álbum como favorito costuma ter a seguinte personalidade: Gay de 25 anos que ainda acredita no amor, mas nunca dá certo com ninguém.

Pulando agora para um som mais voltado ao R&B, ainda que bem digerível também, temos este que é considerado a bíblia dos cornos, óbvio que é o “CTRL” da SZA.

O “CTRL” foi lançado em 2017 e até que fez um certo sucesso viu. O álbum segue firme e forte dentro da Billboard 200, isso significa que jaja a galera alternativa vai começar a ignorá-lo, mas por enquanto da pra ouvir sem culpa. SZA é uma compositora de mão cheia e este álbum conta algumas histórias sobre os chifres que ela levou durante a vida. Os gays alternativos o amam por sua estética visual e pela estética da própria cantora, que parece uma deusa. Personalidade do gay que ama esse álbum: Corno que não acredita mais no amor.

Ainda no “Pop”, caminhando para um som mais dark, temos o primeiro e único álbum da Sky Ferreira, “Night Time, My Time”.

Sky lançou esse álbum em 2013 e depois seguiu com promessas de um novo projeto para terça-feira. Qual terça-feira? Só Deus sabe. Talvez esse seja o primeiro álbum realmente alternativo da lista, mas a gente finge. “Night Time, My Time” tem um som bem voltado ao Rock, isso em conjunto com o estilo gótico da cantora, mais um pretexto para os gays platinarem o cabelo e usarem coturno. Personalidade: Gays que andam em bando, todos com roupa preta e maquiagem carregada. Eles acreditam no amor, mas não falam sobre.

Caminhando para o inescutável, estamos entrando cada vez mais nesse universo. O próximo álbum é o “Magdalene” da cantora e dançarina FKA Twigs.

O álbum “Magdalene” é de 2019 e traz algumas influências do R&B. Essa era tem um visual bem marcante, em relação às questões bíblicas tratadas nas letras, os figurinos, os clipes muito bem produzidos, além do núcleo principal das composições, essas que falam sobre um término bem recente. É um disco muito melancólico e bem sofrido viu, FKA sofreu mais que Jesus. Personalidade: Gay que terminou o namoro recentemente e precisa de um tempo pra se recuperar.

Seguindo essa mesma lógica podemos também colocar na lista o “Pang” da Caroline Polachek.

O álbum “Pang” também é de 2019 e tem uma roupagem mais neutra se comparado com os anteriores. A sonoridade é fácil de se digerir também, pois há canções Pop nele, mas Caroline resolveu experimentar um pop fora do mainstream em seu disco de estreia, talvez influenciada por sua amiga Charli XCX. O grande ponto desse disco são as composições super melancólicas, que também falam sobre um término recente, mas com trechos e refrãos exagerados, com mil e uma comparações sobre como é ter um coração partido. Personalidade: Gay que compra roupa na Renner e se apaixona pelos colegas heteros da faculdade.

Falando em Charli XCX, é óbvio que não posso criar uma lista dessa sem citar àquele que é conhecido como sua obra-prima, estou falando de “Pop 2”.

Charli é uma artista que veio do cenário Pop, sua gravadora tentou transformá-la em uma popstar, mas óbvio que ela não se encaixa nesse estereótipo né. Sua mixtape “Pop 2” é super aclamada pela crítica e pelos fãs, que o colocam em um pedestal tão alto quanto o ego de homem branco com barba. As músicas são bem barulhentas e vão do grave ao agudo em 2 segundos. Nas letras Charli fala sobre festas, passeios em carros caros, amor, etc. É um álbum Pop um pouco mais difícil de escutar. Personalidade: Robô.

Agora vamos falar sobre ela, a rainha do inesperado, Grimes e seu recente “Miss Anthropocene”.

A Grimes é uma produtora musical excelente, disso não tenho dúvidas, mas não é qualquer um que se dá com suas músicas. Seu disco de 2020 traz à tona assuntos apocalípticos, medievais, também fala sobre sua gravidez, etc. “Miss Anthropocene” é seu álbum mais digerível até então, pois todos os outros são bem complicados de ouvir e gostar de primeira. Mesmo com um som mais “normal”, por assim dizer, seus fãs o adoram e ele também recebeu ótimas críticas. Personalidade: Gay que usa calça quadriculada vermelha, brinco de cruz, geralmente não conversa com ninguém.

Se aproximando do final da lista, temos esse que quase ninguém ouviu, mas quem o escuta geralmente divulga o tempo todo, em todas as redes sociais possíveis. Arca e seu álbum “KiCk i”.

KiCk i” – Arca — ESCUTAI

Esse é o quarto álbum da cantora e produtora venezuelana Arca. O disco é bem experimental quanto à sua sonoridade, predominantemente eletrônica, esta em sua forma bruta. É um álbum não muito digerível de primeira, talvez nem de segunda, pois quem costuma ouvir o “KiCk i” geralmente são as pessoas que consomem gêneros do estilo “PC Music” e EDM e já estão acostumados com o som. Personalidade: Robô com mísseis inclusos na armadura.

Bônus

Para finalizar essa lista é óbvio que eu tenho que colocar a rainha Björk, que também já trabalhou com a Arca. O álbum escolhido é o “Homogenic”.

20 anos de Homogenic

“Homogenic” é o terceiro álbum solo da cantora, que já havia se aventurado pelo Rock Alternativo antes de encarar o mundo da música sozinha. É um disco muito singular em sua carreira, traz uma produção excelente e letras super complexas, que falam sobre comportamento humano, meio ambiente e por ai vai. É um álbum obrigatório para quem ama música. Personalidade: Gay que fala mal de cantora pop no Twitter, mas ouve Madonna escondido da militância.

Me diz ai, qual a sua personalidade?

6 comentários sobre “Entenda os gays alternativos: 9 álbuns que eles usam para definir suas personalidades

  1. “exemplo visual de como são esses gays” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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